Os
grevistas tem se mantido intransigentes, mesmo diante da proposta apresentada
pelo município que propunha o fim da paralisação mediante implementação do piso
salarial previsto em lei
Fonte: Diário do Amapá (AP)
O prefeito Roberto Góes,
acompanhado da vice-prefeita Helena Guerra e secretários de Finanças,
Administração e Gabinete, reuniu com membros do comando de greve dosprofessores
nesta quinta-feira em busca de uma solução para a paralisação da categoria.
Os grevistas tem se mantido intransigentes, mesmo diante da proposta apresentada pelo município que propunha o fim da paralisação mediante implementação do piso salarial previsto em lei, que é de R$1.187 e a redução das gratificações.
Os sindicalistas propuseram um reajuste imediato de 15% e aumentos gradativos até que se chegue ao piso salarial. Uma nova reunião vai acontecer na segunda-feira, 13, às 17h, com o Sindicato dos professores para apresentação da resposta do Município ante a proposta e discutir o retorno da categoria às salas de aula.
Segundo o prefeito Roberto Góes, a Prefeitura tem trabalhado de maneira que não esbarre na Lei de Responsabilidade Fiscal e continue financeiramente viável.
"Não temos como avançar além disso. O piso, que é garantido por lei à categoria será dado, mas temos que reduzir algumas coisas. Do contrário o município ficará sem receita. Precisamos considerar ainda, a Lei de Responsabilidade Fiscal", disse.
A prefeitura estima que até janeiro de 2012, o piso salarial dos professores vai estar em R$ 1.400,00
Várias tentativas foram feitas para que a paralisação chegasse ao fim e as negociações passassem a ser feitas com os professores em sala de aula, mas a proposta não foi aceita. Por conta disso os alunos continuam sem aula, até decisão do sindicato.
Nesta sexta-feira, 10, a secretária da Educação Helena Guerra, dará entrevista coletiva à imprensa, no auditório da Semed às 9h30, para apresentar um balanço da para-lisação e anunciar as medidas que serão tomadas a partir de agora
Os grevistas tem se mantido intransigentes, mesmo diante da proposta apresentada pelo município que propunha o fim da paralisação mediante implementação do piso salarial previsto em lei, que é de R$1.187 e a redução das gratificações.
Os sindicalistas propuseram um reajuste imediato de 15% e aumentos gradativos até que se chegue ao piso salarial. Uma nova reunião vai acontecer na segunda-feira, 13, às 17h, com o Sindicato dos professores para apresentação da resposta do Município ante a proposta e discutir o retorno da categoria às salas de aula.
Segundo o prefeito Roberto Góes, a Prefeitura tem trabalhado de maneira que não esbarre na Lei de Responsabilidade Fiscal e continue financeiramente viável.
"Não temos como avançar além disso. O piso, que é garantido por lei à categoria será dado, mas temos que reduzir algumas coisas. Do contrário o município ficará sem receita. Precisamos considerar ainda, a Lei de Responsabilidade Fiscal", disse.
A prefeitura estima que até janeiro de 2012, o piso salarial dos professores vai estar em R$ 1.400,00
Várias tentativas foram feitas para que a paralisação chegasse ao fim e as negociações passassem a ser feitas com os professores em sala de aula, mas a proposta não foi aceita. Por conta disso os alunos continuam sem aula, até decisão do sindicato.
Nesta sexta-feira, 10, a secretária da Educação Helena Guerra, dará entrevista coletiva à imprensa, no auditório da Semed às 9h30, para apresentar um balanço da para-lisação e anunciar as medidas que serão tomadas a partir de agora
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