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sábado, 14 de junho de 2008

14 de junho de 2008




Professores entram em greve em SP
Objetivo do sindicato da categoria é pressionar o governo a revogar decreto que altera regras de transferência
Fonte: O Estado de S. Paulo


Rodrigo Gallo

Os professores da rede estadual de São Paulo decidiram ontem entrar em greve por tempo indeterminado para pressionar o governo a revogar decreto publicado no final do mês passado que alterou as regras de transferência do local de trabalho e de contratação de profissionais temporários.

Após a assembléia, os servidores saíram em passeata pelo centro de São Paulo até a Avenida Paulista, onde o trânsito chegou a ser interrompido no início da noite. A paralisação foi votada em assembléia realizada na Praça da República, local também da sede da Secretaria de Estado da Educação. Houve, porém, uma grande diferença no número de participantes: segundo o sindicato dos professores (Apeoesp), a assembléia reuniu cerca de 30 mil servidores. Já a secretaria contesta e diz que foram menos de 5 mil. De acordo com a secretaria, São Paulo tem 250 mil professores.

A categoria decidiu cruzar os braços para protestar contra o decreto 53.037, de 28 de maio deste ano. Segundo o governo, a nova medida foi adotada para regulamentar a transferência dos profissionais do setor. O motivo é que 51 mil professores efetivos da rede mudaram de escola durante o período letivo, o que é considerado ruim para a continuidade do plano pedagógico das instituições de ensino.

Os servidores continuam autorizados a solicitar a transferência, mas o decreto criou regras para regulamentar essas mudanças. De acordo com a Apeoesp, o problema é que muitos servidores aprovados em concurso público moram no interior, por exemplo, mas só pegam aulas na capital. Sendo assim, eles acabam solicitando a transferência
de escola para ficar mais perto de casa.

Os servidores explicam que o decreto impede essa possibilidade de mudança. Desde o início da vigência da nova regra, os professores em início de carreira têm de permanecer na mesma escola por pelo menos três anos.

Em nota, a Secretaria da Educação reafirmou que essa limitação é importante para garantir a continuidade do trabalho pedagógico e estreitar a relação entre docentes e alunos.

Oficialmente, a greve dos professores começou ontem, logo após a assembléia da categoria, que ocorreu às 15h. Hoje, a Apeoesp vai realizar diversas reuniões nas subsedes da entidade para organizar as formas de mobilização.

O sindicato da categoria já agendou uma nova assembléia geral para a próxima sexta-feira, às 14h, no vão livre do Masp, na Avenida Paulista.





sábado, 3 de maio de 2008

PROFESSORES CONTINUAM PARALISAÇÃO DE ATIVIDADES

Os professores da rede pública estadual que estão em greve há 12 dias se reuniram na tarde de ontem com os secretários Nilson Lima (fazenda), Jorge Alberto (Administração) e José Fernandes de Lima (Educação).
Fonte: CORREIO DE SERGIPE (SE)


Os professores da rede pública estadual que estão em greve há 12 dias se reuniram na tarde de ontem com os secretários Nilson Lima (fazenda), Jorge Alberto (Administração) e José Fernandes de Lima (Educação). De acordo com o presidente do SINTESE - Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe, Joel Almeida, a reunião não foi satisfatória, já que o Governo do Estado não apresentou propostas concretas nem um percentual de reajuste. "Vamos manter a greve até que o Governo sinalize algo concreto para a categoria", declarou Joel. Os professores da rede pública estadual reivindicam a reposição salarial de 32,43%, implantação da gestão democrática, regência de classe, implantação do Proidi - Projeto de Inclusão Digital, interiorização, entre outros.

O presidente do SINTESE disse ainda à reportagem do Correio de Sergipe que "o Secretário Nilson Lima prometeu fazer um esforço para ampliar a gratificação de regência de classe e garantir a gratificação de interiorização, porém não sinalizou valores nenhum. Por enquanto, estamos apostando que as promessas sejam cumpridas, mas, repito, nada de concreto foi apresentado. Na próxima segunda-feira, à tarde, será realizada nova assembléia da categoria na sede do Contiguiba, Esporte Clube, para definir os rumos da paralisação. Agora, vamos aguardar o retorno do Governo para vê se eles apresentam propostas que atenda às novas reivindicações", acrescentou.




sábado, 12 de abril de 2008

SERVIDORES MANTÊM GREVE APÓS 3A TENTATIVA DE NEGOCIAÇÃO

12 de abril de 2008



Funcionários municipais rejeitaram proposta de reposição salarial de 5% no mês de maio
Fonte: CORREIO DA BAHIA (BA)


Continua a greve do funcionalismo público municipal. A categoria não aceitou a proposta de reposição salarial de 5%, numa única parcela, prevista para maio - oferta do Executivo Municipal ontem, na terceira rodada de negociação, após deflagração do movimento. Em assembléia, os servidores ratificaram a paralisação e marcaram uma passeata para terça-feira à tarde, saindo do Instituto de Previdência do Servidor (IPS), em Nazaré, em direção à Praça Municipal. São 17 mil servidores ativos paralisados, que pleiteam uma reposição salarial de 10%.

A greve foi iniciada quinta-feira após a recusa dos servidores em acatar a proposta do município de 5% de reposição salarial, divididos em duas vezes, metade em maio e o restante em setembro. Os professores engrossam o coro dos insatisfeitos e também mantêm a paralisação. "A Educação tem recursos próprios e por isso tratamento diferenciado.
Apresentamos contraproposta: aceitamos passar de 10% para 6% em maio", afirmou a diretora do departamento jurídico da APLB-Sindicato, Marilene Betros. Segunda-feira, às 10h, acontece nova negociação com os docentes, que paralisaram as atividades na última quarta-feira. Segundo ela, a proposta do executivo de 5% para maio e redução no desconto do auxílio-alimentação não atende aos anseios da categoria.

Sem aula - Ontem foi o segundo dia de paralisação e descumprimento de horas-aula em parte das 413 Escolas da rede municipal de ensino. De cinco Escolas visitadas pela reportagem durante a manhã, apenas uma delas estava funcionando. O receio era prejudicar o recesso Escolar do meio do ano. Continua a contradição entre os dados de adesão ao movimento informados pela Secretaria Municipal de Educação (Smec), de 32%, e a diretoria do sindicato do professorado, de 80%.

Durante a reunião realizada na manhã de ontem, a categoria rejeitou a proposta feita pela prefeitura de conceder o reajuste salarial em duas etapas: 3,5% em maio e 2% em setembro. A diretoria da APLB-Sindicato, que representa o professorado, fez uma contraproposta de 6%, que ainda não foi aceita pela gestão municipal.

Enquanto as tentativas de negociação seguiam durante a manhã, a paralisação mantinha fechada a Escola que pertence ao Centro Social Urbano (CSU), em Pernambués. Segundo um dos funcionários do CSU, que não quis ser identificado, anteontem também não houve aula. No mesmo bairro, na Escola Municipal Epaminondas Berbert de Castro, nem sinal de alunos em aula. O porteiro afirmou que, já sabendo da paralisação, os estudantes não procuraram a instituição. "E ainda não há previsão de retorno", emendou. A Escola conta com 500 alunos, entre o 1o e 5o ano de Escolarização. Estudantes da noite, que são jovens e adultos alfabetizados, também não estão tendo aulas.

Na Escola Municipal Antonio Carlos Magalhães, em São Caetano, alunos que se encontravam do lado de fora da instituição, disseram que não houve aulas pela manhã, mas o professorado negou. No mesmo bairro, na Escola Municipal Francisco Mangabeira, o porteiro também informou que não houve aula. "Agora só na segunda-feira", avisou.

Rotina normal - Na Escola Municipal Anfrísia Santiago, no bairro de Tancredo Neves, houve aula normal ontem. "Os professores estão com medo de perder as férias de junho", informou o porteiro da Escola. Segundo o sindicato, na maior parte das creches da cidade, as atividades seguem normalmente. O motivo é que os pais, normalmente, não contam com outras opções de locais para deixarem seus filhos enquanto trabalham.



SERVIDORES DA EDUCAÇÃO SUSPENDEM A PARALISAÇÃO

Categoria aceita proposta enviada do governo do Estado, mas realiza outra assembléia
Fonte: A GAZETA MT (MT)


Gilmar Ferreira, presidente do Sintep, quer categoria em alerta
Wisley Tomaz
Especial para A Gazeta
Está suspensa a greve dos servidores públicos da Educação em Mato Grosso. Em assembléia ampliada da direção do movimento realizada na tarde desta sexta-feira (11), na Escola Presidente Médici, a categoria decidiu parar a greve, depois de quase um mês de paralisação. O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep) de Mato Grosso questionava a não-sinalização do governo às reivindicações dos grevistas, mas no início da tarde de ontem o secretário de Educação, Ságuas de Moraes, enviou um ofício à categoria reafirmando a mesma proposta que havia feito anteriormente, que é de R$ 912 de piso aos servidores de nível médio e R$ 1,368 mil aos profissionais com ensino superior.
Os professores pediam R$ 1,050 mil de piso para quem possui o ensino médio e R$ 1,550 mil aos que têm título universitário.
De acordo com o presidente do Sintep, Gilmar Ferreira, o governo se propôs a pagar o salário com o aumento já no mês de maio e, também, analisar as propostas da categoria para que suas reivindicações sejam atendidas ainda em 2008. "Ainda estamos em estado de greve. No dia 26 de maio teremos uma outra assembléia onde vamos decidir pela volta ou não do movimento, diz.
Conforme a direção do Sintep, participaram da assembléia 8 caravanas e representantes de 53 municípios. As pautas da reunião, foram reafirmação à luta pelo piso de R$ 1,050 mil e sua integração até dezembro de 2008; buscar a construção do maior piso possível, via grupo de trabalho, com base nos parâmetros de aplicação de todos os recursos constitucionais (Inclusive IRRF) e no mínimo 65% dos recursos em pagamento de salários; suspensão do movimento grevista, com manutenção do Estado de Greve e responsabilização pública do governo do Estado no caso do retorno ao movimento grevista. Ficou marcada uma nova assembléia para maio, atos públicos nos municípios nas datas quadrimestrais de apuração das receitas e estabelecimento para a próxima data base (maio de 2009).



terça-feira, 18 de março de 2008

PROFESSORES DECIDEM MANTER PARALISAÇÃO

Os professores da rede estadual de ensino de Mato Grosso decidiram manter a greve por tempo indeterminado. Em assembléia realizada ontem à tarde, em Cuiabá, na Escola Presidente Médici, os professores rejeitaram a proposta feita pelo governo do Estado, avaliando-a como muito vaga.
Fonte: DIÁRIO DE CUIABÁ (MT)


ALINE CHAGAS
Da Reportagem
Os professores da rede estadual de ensino de Mato Grosso decidiram manter a greve por tempo indeterminado. Em assembléia realizada ontem à tarde, em Cuiabá, na Escola Presidente Médici, os professores rejeitaram a proposta feita pelo governo do Estado, avaliando-a como muito vaga. Aproximadamente 200 professores participaram da assembléia geral, que durou mais de três horas. A paralisação total das atividades começou na sexta-feira. Os professores reivindicam um piso salarial de R$ 1.050.
Os manifestantes estavam reunidos para iniciar a assembléia geral às 14 horas, quando os diretores do sindicato da categoria foram convocados para uma reunião com o secretário de Estado de Educação, Ságuas Moraes. Lá, os diretores receberam a proposta de esperar até o dia 3 de abril para que o governo apresentasse um cronograma de implementação do piso. De acordo com a proposta, a Seduc começaria a pagar um piso de R$ 912 e, a partir daí, haveria reajustes periódicos até que alcançasse o valor reivindicado pelos professores.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sintep) de Mato Grosso, Gilmar Soares Ferreira, ainda não há como fazer um balanço do movimento no interior do Estado. O monitoramento da greve começará hoje, juntamente com visitas às Escolas que ainda estiverem funcionando, conversas com professores e outras atividades que fazem parte das deliberações.
A última greve dos professores da rede estadual ocorreu em maio de 2005. As atividades ficaram paralisadas por aproximadamente 20 dias. Na época, os professores já pediam correções salariais, mas também estava em pauta melhores condições de trabalhos, como recuperação da infra-estrutura das Escolas. O presidente do Sintep explicou que, desta vez, os professores tentaram negociar o piso durante muitos meses. Sem definição, a categoria se reuniu em fevereiro e decidiu iniciar o movimento no dia 14 de março.
Gilmar disse que a Seduc foi devidamente avisada sobre a paralisação em tempo hábil e que espera adesão de todos os professores do Estado. Está marcada para o dia 25 de março uma nova assembléia da categoria, com ato público, na praça Ulisses Guimarães, em Cuiabá. Até lá, as atividades nas Escolas estaduais deverão continuar suspensas.
O secretário Ságuas Moraes falou que o governo deseja construir um piso digno para os professores e que fez a proposta para mostrar isso. Ságuas informou que aguardará os encaminhamentos da greve para decidir quais atitudes tomar. "Reconhecemos que o piso é justo, mas neste momento, é impossível. Queremos construir um piso", ponderou.


sexta-feira, 14 de março de 2008

EDUCADORES FAZEM PARALISAÇÃO HOJE REIVINDICAÇÃO

Fonte: JORNAL DO TOCANTINS (TO)


Suene Moraes
Palmas
professores e funcionários de Escolas públicas estaduais e municipais de todo o Estado farão hoje um dia de paralisação com manifestação. Conforme decisão da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), em nenhuma Escola pública haverá aula nesta sexta-feira. A paralisação acontecerá simultaneamente em todo o País.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Tocantins (Sintet), José Roque, a iniciativa partiu de uma campanha desenvolvida nacionalmente pela CNTE, que elegeu a data de hoje para uma manifestação em todo o Brasil a fim de pressionar a Câmara dos Deputados e o Senado a aprovarem o piso salarial Nacional dos professores, que já passou pela Comissão de Educação da Câmara. "É um protesto contra a não aprovação do projeto que tramita no Congresso Nacional, desde de abril do ano passado", destacou o presidente.
Roque explicou ainda que em várias cidades do Tocantins haverá pontos de concentração. Em Palmas, o presidente contou que os professores se reunirão na sede do Sintet, localizada 110 Norte (Arne 14) a partir das 8 horas.





quarta-feira, 12 de março de 2008

SINTEAC CONFIRMA PARALISAÇÃO DE PROFESSORES PARA SEXTA-FEIRA

O Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Acre (Sinteac) confirmou para sexta-feira a paralisação de todos os professores e servidores de Escolas públicas no Estado.
Fonte: A TRIBUNA (AC)


O Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Acre (Sinteac) confirmou para sexta-feira a paralisação de todos os professores e servidores de Escolas públicas no Estado. O objetivo é forçar o cumprimento dos acordos firmados no ano passado, entre eles, a segunda parcela do reajuste salarial.
De acordo com o presidente do Sinteac, Manoel Lima, as negociações foram iniciadas, mas dos oito pontos reivindicados pelos trabalhadores o governo concedeu apenas três.
"Uma paralisação de advertência é melhor que radicalizar, entrando em greve sem a possibilidade de um novo acordo. Queremos que o governo possa conceder os outros pontos levantados pela categoria", afirmou.
Na lista de exigências dos trabalhadores, está o pagamento do adicional noturno, a gratificação por insalubridade, faculdade para os servidores de nível médio e o reenquadramento dos profissionais que apresentarem diploma de nível superior.
"São pontos que os técnicos do governo ainda não acenaram para um acordo, mas que precisam ser aplicados", detalhou o sindicalista.
Os três itens atendidos em 2007 foram a convocação de concursados, a garantia de progressão de letras e o pagamento da primeira parcela da isonomia salarial, igualando a remuneração dos funcionários da Educação com os de outras pastas. (Freud Antunes)
Paralisação nacional
Segundo o sindicalista, os trabalhadores da Educação de todo o país deverão realizar um dia de paralisação, exigindo a criação de um piso nacional para os trabalhadores com ensino médio e um valor mínimo para os professores com nível superior.




quarta-feira, 5 de março de 2008

PROFESSORES ESTADUAIS EM PARALISAÇÃO

Categoria suspendeu as atividades para decidir se fará greve
Fonte: DIÁRIO CATARINENSE (SC)



A maioria das Escolas estaduais de Santa Catarina deve ficar sem aulas hoje, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte). professores de 29 regionais votaram a favor de uma paralisação estadual para organizar uma assembléia na Capital que deve referendar o indicativo de greve.De acordo com o coordenador do sindicato, Danilo Ledra, a proposta apresentada ataca três questões: o estatuto, o plano de carreira e a paridade na aposentadoria.

- Estamos esperando a incorporação do abono desde a última negociação, em 2006.

O governo mantém a proposta de instituir o Prêmio-Educação, um incentivo de R$ 200 (R$ 100 a partir de março e mais R$100 em agosto). O projeto de lei será enviado neste mês à Assembléia Legislativa.

No fim da tarde, após a assembléia estadual que acontece no Clube Doze (Avenida Hercílio Luz, 626), em Florianópolis, os professores saem em passeata em direção à Secretaria Estadual da Educação. Depois, eles seguem para a Assembléia Legislativa para participar de um ato público, organizado pelos servidores estaduais para a retirada do projeto que privatiza a Previdência Social.

( nanda.gobbi@diario.com.br )NANDA GOBBIContrapontoO que diz o secretário de Estado da Educação, Paulo Bauer:Tenho informações de diretores de Escolas e de gerentes regionais de Educação que a greve não terá força nem expressão compatíveis com as expectativas do Sinte. A adesão em grandes regionais, como Planalto Norte, Vale do Itajaí e região Oeste do Estado, é praticamente zero. Os professores têm conhecimento da notícia sobre a instituição do Prêmio-Educação, aprovam a idéia e querem receber. Quem está na sala de aula se sente valorizado com a proposta. O governo está estudando possibilidades de contemplar os profissionais que não estão mais na ativa. A decisão sobre os aposentados deve ser anunciada em breve.

Números no Estado2007*- Profissionais efetivos e na ativa: 26.388 mil (17.811 estão na sala de aula, 4.812 são especialistas, como técnicos em atividades pedagógicas e assistentes de Educação, e 3.765 outros profissionais)- Aposentados: em torno de 22.155- Admitidos em Caráter Temporário (ACTs): 14.8542008- 1.323 Escolas públicas estaduais- 750 mil alunos da Educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e da Educação profissionalizante* Dados referente ao mês de dezembro de 2007, última data em que foram contabilizadosFonte: Diretoria de Desenvolvimento Humano da Secretaria Estadual da Educação (SED)

Pauta de reivindicações- Incorporação do abono de R$ 100- Equiparação do piso salarial com os demais servidores públicos- Vale-alimentação mensal, igual ao dos professores da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), e extensivo aos aposentados, serventes, vigias e merendeiras- Plano de saúde para os profissionais admitidos em caráter temporário- Regularização da situação dos serventes, vigias e merendeiras

Fonte: Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte)diario.com.br