01 de março de 2012
Dez escolas da capital iniciarão atividades apenas na segunda-feira por problemas em entrega de mobiliário
Fonte: Diário do Amapá (AP)
O início do ano letivo contou com várias programações nas Escolas estaduais. A rede estadual de ensino possui mais de 170 mil alunos regularmente matriculados nos ensino fundamental, médio, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação profissional, nas 431 Escolas da rede, distribuídas na capital e nos municípios.
Na Escola Estadual Antônio Ferreira Lima Neto, no bairro Infraero II, os alunos foram recebidos com palestras sobre bullying, além de informações sobre os direitos e deveres dos discentes. O diretor Ronan de Almeida disse que foi feito um cronograma onde as turmas são levadas aos poucos para o auditório e assim fazer com que todos participem.
Algumas Escolas preferiram algo mais cívico, com a execução do Hino Nacional, Hino do Amapá e discurso dos diretores, como foi o caso das Escolas Estaduais Gabriel de Almeida Café, Raimunda dos Passos e Coaracy Nunes.
Dez Escolas da capital iniciarão suas atividades apenas na segunda-feira, 5, por diversos motivos, entre eles, a demora para a entrega do mobiliário, pelo fato dos professores estarem em capacitação e em alguns casos as reformas não ficaram prontas a tempo. As Escolas são: Azevedo Costa, Deusolina Sales Farias, São Benedito, Antônio Castro Monteiro, Tiradentes, Aracarí, Santina Rioli, Antônio Cordeiro Pontes, Jesus de Nazaré e Castro Alves.
A coordenadora de Educação Básica e Profissional, Eunice de Paulo, explica que alguns diretores solicitaram o adiamento do ano letivo, devido aos mobiliários não terem chegado a tempo. "Essas Escolas irão começar as aulas na segunda-feira, sem prejuízo ao calendário Escolar. São apenas três dias que serão computados com sábados letivos. Por isso, queremos tranquilizar os pais que não haverá nem uma perda", enfatizou.
Para garantir o sucesso do ano letivo, o governo do Estado garantiu o aporte financeiro de manutenção, transporte e merenda para todas as Escolas. Essas ações resultarão no fortalecimento da melhoria da qualidade da Educação amapaense.
"O governador do Estado tomou a decisão política e educacional de fazer um acordo com o Ministério do Trabalho, para que as questões trabalhistas sejam resolvidas de forma que os caixas Escolares não fiquem impedidos de receber os recursos", concluiu coordenadora.
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