Hoje é o
26º dia de greve dos professores da rede pública estadual; a semana começa sem
previsão de um acordo
Fonte: Diário Catarinense (SC)
Hoje é o 26º dia de greve dos
professores da rede pública estadual. Primeiro dia útil desde que, na sexta-feira,
as negociações foram dadas como encerradas pelo governo do Estado, a semana
começa sem previsão de um acordo. E com uma notícia que deve trazer mais
dificuldades para o desfecho.
O governo poderá pedir a ilegalidade da greve. Além de descontar os dias sem aulas.Para aumentar o impasse, o governador Raimundo Colombo pode viajar hoje para a posse da ministra Ideli Salvatti na Secretaria Especial de Relações Institucionais, em Brasília. Com isso, ficarão canceladas as reuniões com os deputados da base aliada e com os secretários.
Nos encontros, Colombo pretendia convencer de que não existe como atender a reinvindicação apresentada pelo Sindicato dos Trabalhadores na Educação de Santa Catarina, o Sinte. A explicação é de que o governo chegou ao seu limite, com a concessão de R$ 22 milhões à categoria, R$ 2 milhões a mais do que o limite que havia determinado.
Já o Sinte anuncia a próxima investida. Representantes irão à Assembleia Legislativa pedir apoio aos deputados. A ideia é que uma nova audiência seja marcada ainda para esta terça-feira.
– Queremos que ajudem a convencer o governo a retomar as negociações – diz Ana Júlia Rodrigues, secretária geral do Sinte.
A Secretaria Estadual de Educação ficou de definir hoje se retoma as conversas. Na última sexta-feira, o governo havia declarado o fim das negociações. O secretário-adjunto daEducação, Eduardo Deschamps, afirma que “não é possível chegar a um acordo no médio ou curto prazo porque a proposta encaminhada na quinta-feira pelo sindicato foi um retrocesso”.
Para o secretário-adjunto, o governo não terá como formular uma contraproposta em cima do que já foi reivindicado.
– Primeiro temos que definir uma pauta antes de chamar para nova conversa – explicou Deschamps.
O governo tem uma nota oficial pronta para ser publicada na imprensa. É uma manifestação aos catarinenses onde explica os motivos de não atender as reivindicações. O texto apela para que os professores retomem as atividades.
Reivindicações da categoria continuam as mesmas
O Sinte pede o repasse, em seis parcelas até dezembro, do reajuste de 94% dado ao professor de nível médio, que de R$ 609 vai ganhar R$ 1.187, para os demais níveis da tabela, respeitando a diferença de 8,48% entre eles.
Os professores de Santa Catarina ainda querem a manutenção dos índices da regência de classe, que vale 40% sobre o salário-base para professores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, e 25% para docentes do 6º ao 9º ano do fundamental e do médio. O governo apresentou propostas menores para os percentuais, mas todas foram rechaçadas
O governo poderá pedir a ilegalidade da greve. Além de descontar os dias sem aulas.Para aumentar o impasse, o governador Raimundo Colombo pode viajar hoje para a posse da ministra Ideli Salvatti na Secretaria Especial de Relações Institucionais, em Brasília. Com isso, ficarão canceladas as reuniões com os deputados da base aliada e com os secretários.
Nos encontros, Colombo pretendia convencer de que não existe como atender a reinvindicação apresentada pelo Sindicato dos Trabalhadores na Educação de Santa Catarina, o Sinte. A explicação é de que o governo chegou ao seu limite, com a concessão de R$ 22 milhões à categoria, R$ 2 milhões a mais do que o limite que havia determinado.
Já o Sinte anuncia a próxima investida. Representantes irão à Assembleia Legislativa pedir apoio aos deputados. A ideia é que uma nova audiência seja marcada ainda para esta terça-feira.
– Queremos que ajudem a convencer o governo a retomar as negociações – diz Ana Júlia Rodrigues, secretária geral do Sinte.
A Secretaria Estadual de Educação ficou de definir hoje se retoma as conversas. Na última sexta-feira, o governo havia declarado o fim das negociações. O secretário-adjunto daEducação, Eduardo Deschamps, afirma que “não é possível chegar a um acordo no médio ou curto prazo porque a proposta encaminhada na quinta-feira pelo sindicato foi um retrocesso”.
Para o secretário-adjunto, o governo não terá como formular uma contraproposta em cima do que já foi reivindicado.
– Primeiro temos que definir uma pauta antes de chamar para nova conversa – explicou Deschamps.
O governo tem uma nota oficial pronta para ser publicada na imprensa. É uma manifestação aos catarinenses onde explica os motivos de não atender as reivindicações. O texto apela para que os professores retomem as atividades.
Reivindicações da categoria continuam as mesmas
O Sinte pede o repasse, em seis parcelas até dezembro, do reajuste de 94% dado ao professor de nível médio, que de R$ 609 vai ganhar R$ 1.187, para os demais níveis da tabela, respeitando a diferença de 8,48% entre eles.
Os professores de Santa Catarina ainda querem a manutenção dos índices da regência de classe, que vale 40% sobre o salário-base para professores do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, e 25% para docentes do 6º ao 9º ano do fundamental e do médio. O governo apresentou propostas menores para os percentuais, mas todas foram rechaçadas
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