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quinta-feira, 18 de março de 2010

GREVE DOS PROFESSORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SP NÃO TEM PREVISÃO PARA ACABAR

18 de março de 2010

Cerca de 40 mil profissionais da educação paralisaram suas atividades, diz sindicato
Fonte: R7


Desde 5 de março, cerca de 40 mil professores do Estado de São Paulo paralisaram as suas atividades, segundo o sindicato. Uma das reivindicações é um reajuste de 34,3%, mas o governo paulista ainda não aceitou.

Para Alexandre Tardelli, coordenador da Apeoesp (o sindicato dos professores da rede pública de SP) de Sorocaba, no interior de SP, o governo é o principal culpado.

- O governo se limita a dizer que a greve é um movimento fraco e não se abre para a negociação. E isso vai estendendo o tempo em que os estudantes ficam sem ir à escola.

Das 84 escolas estaduais de Sorocaba, 32 aderiram à greve. A manifestação não inclui somente professores, mas também diretores.

Segundo o sindicato, a categoria não tem aumento salarial desde 1998. Já o governo afirma que os professores tiveram reajuste de 15% em sua remuneração.

Dirigente da Udemo (sindicato dos diretores de escolas da rede pública paulista), Miriam Cecília Facci contesta a declaração do governo:

- Este aumento que o governo cita é de uma gratificação, que aumentou de R$ 80 para R$ 92. Esta é uma forma de iludir a população quanto aos aumentos realmente concedidos à categoria.


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