Entre as inovações estão aulas interdisciplinares, atividades extraclasse e iniciativas de inclusão
Fonte: Estadão.com
"A mudança para esse modelo foi gradual. Começamos em 2007 e só em 2014 chegamos ao projeto de hoje. Vemos que a interação dos alunos de séries diferentes estimula a autonomia, a maturidade e a integração entre os estudantes", contou Maria Helena Muniz, assistente de direção da Emef Campos Salles.
No colégio Graphein, em São Paulo, o projeto pedagógico prevê um acompanhamento psicopedagógico individual para cada aluno, de acordo com suas habilidades, necessidades e interesses. A escola é inclusiva e recebe muitos alunos com deficiência.
A Escola Novo Ângulo Novo Esquema (Nane) também tem um projeto de educação inclusiva para o ensino fundamental e médio. A escola oferece aulas interdisciplinares, com projetos de pesquisa, para facilitar ao aluno a compreensão dos conceitos ensinados. A escola tem aulas de culinária e jardinagem que ajudam no convívio e interação entre os estudantes.
Na Escola Municipal de Ensino Fundamental Amorim Lima, no Butantan, zona oeste de São Paulo, a preocupação com a alta evasão dos alunos fez com que os muros e alambrados que cercavam o pátio e a quadra fossem retirados para dar um "voto de confiança" aos alunos. A escola também fica aberta à comunidade.
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