Decisão foi tomada mesmo sem Haddad ter atendido principais reivindicações. Acordo prevê que os dias parados não serão descontados de grevistas e que haverá reposição de aulas
Fonte: Folha de S.Paulo (SP)
25 de maio de 2013
Após 23 dias de paralisação, os Professores da rede municipal de São Paulo decidiram na tarde de ontem suspender a greve da categoria.
A decisão foi tomada sem que a principal reivindicação salarial dos Docentes tenha sido atendida pela gestão Fernando Haddad (PT). A prefeitura, no entanto, se comprometeu a não descontar os dias parados.
Os grevistas também dizem ter sido combinado que as aulas que não foram dadas devem ser repostas no decorrer do próprio ano letivo, em vez do período de férias. A prefeitura, no entanto, nega que isso tenha sido acertado.
A suspensão da greve foi decidida ontem à tarde em manifestação no viaduto do Chá, na frente da prefeitura, no centro da capital paulista.
Segundo a Polícia Militar, a manifestação reuniu cerca de 800 pessoas. Já a categoria falou em 8.000 pessoas. A rede municipal possui 68 mil Professores atualmente.
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