Para dirigente da Faculdade Zumbi dos Palmares, a inclusão do negro na sociedade ainda é tímida e atrasada. José Vicente afirma que vagas reservadas no Ensino Superior não garantem inclusão no mercado de trabalho
Fonte: Folha de S. Paulo (SP)
13 de maio de 2013
A maioria dos 1.500 estudantes da Faculdade Zumbi dos Palmares é negra, veio de Escolas públicas e trabalha o dia todo. Para obter o diploma, desembolsam R$ 300 por mês."Aqui não tem riquinho como na USP, não", diz o reitor, José Vicente.
Dentre os que já passaram pelas salas de aula da faculdade que levam o nome de personalidades negras como Cartola e Barack Obama, e fizeram cursos como administração e direito, alguns hoje estão em cargos de chefia.
Mas a inclusão do negro no mercado de trabalho ainda é um desafio que, segundo Vicente, as cotas no Ensino superior não conseguem resolver. "O Brasil nunca olhou a questão do negro com afinco."
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