O
movimento paralisou a maioria das 1.450 escolas da rede estadual, que atendem
1,1 milhão de estudantes.
Fonte: Folha.com
Os professores das escolas
públicas da Bahia decidiram, em assembleia realizada nesta quinta, manter a
greve iniciada há um mês.
O movimento paralisou a maioria
das 1.450 escolas da rede estadual, que atendem 1,1 milhão de estudantes
GRACILIANO
ROCHA
DE SALVADOR
DE SALVADOR
Os
professores das escolas públicas da Bahia decidiram, em assembleia realizada
nesta quinta, manter a greve iniciada há um mês.
Greve de professores da Bahia completa um mês
Aprovado aumento para professores da BA; categoria mantém greve
Aprovado aumento para professores da BA; categoria mantém greve
O
movimento paralisou a maioria das 1.450 escolas da rede estadual, que atendem
1,1 milhão de estudantes.
Trata-se
da segunda greve de grandes proporções enfrentada este ano pelo governador
Jaques Wagner (PT). Em fevereiro, policiais militares pararam por 12 dias.
Os
professores pedem aumento de 22,22% (o mesmo percentual do reajuste do piso
nacional de educação, que é de R$ 1.451). Segundo o sindicato, havia um acordo
para que o Estado concedesse ao magistério o mesmo percentual que corrigiu o
piso nacional.
O
governo, que já concedeu um reajuste linear de 6,5% a todo o funcionalismo, diz
que a reivindicação não será atendida porque o Estado não tem caixa para
custear um novo aumento à categoria, que reúne 37 mil profissionais, e alega
que o salário-base de professores com licenciatura já é maior do que o piso
nacional.
Com o
impasse estabelecido, o diálogo está suspenso. O governo diz que só volta a
receber os líderes dos professores quando a categoria voltar ao trabalho e
mandou cortar o ponto de professores que aderiram ao movimento.
No final
da tarde desta quinta, a direção do APLB-Sindicato, que representa os
professores, vai pedir ao arcebispo de Salvador, dom Murilo Krieger, que atue
como mediador da greve. O secretário estadual de Educação, Osvaldo Barreto, se
reuniu com o líder religioso no final da manhã.
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